Conheço muitas mulheres que gerem tudo.
Casa. Trabalho. Filhos. Relação. Emoções dos outros.
E depois… ficam para o fim.
Eu conheço esse lugar.
O lugar de explodir e carregar culpa.
De não te sentires ouvida.
De te perguntares em silêncio:
“Onde é que eu me perdi?”
Também eu estive aí. E foi nesse silêncio que decidi que o meu trabalho seria ajudar-te a
reocupares o teu lugar. Com verdade, segurança e a liberdade de seres quem és sem pedires desculpa por isso.
Nestas cartas partilho contigo ferramentas reais e reflexões honestas. Porque viver relações conscientes exige coragem, e eu estou aqui para te acompanhar nesse caminho.