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Mentora, Mulher, Mãe, Companheira,
Humana em permanente construção.
Relações humanas.
A coragem de viver sem máscaras.
É isto que me move há mais de dez anos.
VEM COMIGO
PORQUE JÁ ESTIVE DO OUTRO LADO,
nessa solidão que se sente mesmo acompanhada,
hoje ajudo mulheres
a descobrirem quem são nesta fase da sua vida,
a sentirem-se seguras para o serem,
a libertarem a leoa que há em si e
a construírem relações de cumplicidade, onde se sentem valorizadas.
Uma conversa que me marcou
Uma amiga, uma mulher incrível, bem-sucedida, inteligente, confessou-me um dia que já não sabia quem era.
Sentia-se invisível. Desvalorizada. Presa a uma relação onde não se sentia ouvida nem respeitada, consumida pela culpa.
Tudo na vida dela parecia ter perdido a cor.
O pior: ela achava que aquele peso era normal, que a vida era assim mesmo.
Enquanto a ouvia, só pensava: se ao menos ela pudesse ver o que eu via nela.
Mas ela não via.
E percebi que aquela história não era só dela.
Era também a minha. Eu já tinha estado exatamente ali.
Anos antes, fui eu quem viveu essa história.
Há uma noite que ainda me lembro bem.
Estava deitada, no escuro, sem conseguir dormir. Não era a primeira. Já tinha havido tantas.
Um pensamento começou a ecoar: isto não é vida.
Doeu admitir.
Eu também não sentia que era ouvida, nem vista, nem valorizada.
Passava os dias a tentar corresponder a expectativas que nunca tinham sido minhas.
Explodia, e depois carregava uma culpa que não conseguia explicar a ninguém.
Duvidei do meu valor. Senti-me uma mãe falhada.
Cheguei a achar, também eu, que aquele peso era normal.
Mas não era.
E numa noite em branco
Não queria ser esse exemplo para a minha filha.
Não queria que ela herdasse a minha jaula.
Procurei ajuda. Testei caminhos. Alguns funcionaram, outros não.
Houve frustração, houve lágrimas, e continuei.
Porque a verdadeira mudança não acontece de um momento para o outro, como por magia.
Vai acontecendo, aos poucos, camada a camada.
Nessa viagem, descobri o que parecia ser um grande segredo.
Não era encontrar a relação perfeita. Porque ela não existe.
Era transformar a relação mais importante de todas: a relação comigo mesma.
A relação que faltava
Aprendi a reconhecer o meu valor. A desenhar limites saudáveis. A dizer o que sinto e o que preciso, sem explodir, sem engolir.
Hoje já não sinto necessidade de agradar a todos. Respeito os meus limites.
Sou livre para ser quem sou, sem culpa e sem medo de julgamento.
Vivo um relacionamento leve, feito de respeito, amor e cumplicidade.
Não foi sorte. Foi escolha, repetida todos os dias.
Trabalho com relações humanas e inteligência emocional há mais de dez anos.
Há mais de vinte, acompanho mulheres que se sentem desvalorizadas e em solidão, mesmo acompanhadas, como a minha amiga estava, como eu estive.
Ajudo-as a construir o seu próprio caminho. Um caminho mais curto e mais leve do que o meu, e já testado.
A reconhecer padrões, a regular emoções, a comunicar sem medo, e a construir relações que as nutrem, a começar pela relação com elas mesmas.
A leveza que escolhi
Cada mulher tem em si o poder de mudar a forma como vive as suas relações, a começar pela relação consigo mesma.
Pedir ajuda é um ato de coragem.
Relações saudáveis não têm de ser perfeitas. Só têm de ser verdadeiras.
A valorização é um direito, e que começa em nós.
Mudar algo dentro de nós muda tudo o que está à nossa volta.
VÊ COMO TE POSSO AJUDAR
Acredito que
A minha bandeira é simples.
Relações saudáveis é viver quem és, sem receio.